Quero ser mãe: A gravidez durante e após o tratamento de câncer

A gravidez durante e após o tratamento de câncer é um assunto muito pouco divulgado e discutido.

No entanto, cada vez mais mulheres jovens têm recebido um diagnóstico de Câncer. 

E ser mãe é o desejo e sonho de muitas mulheres. Não são poucas até as que entendem a maternidade como o objetivo supremo de suas vidas.

Especialmente quando vemos o quanto esses anjinhos podem trazer animação à nossas vidas…

Brincadeiras à parte, quando escrevi o artigo Não desperdice seu câncer  eu disse, entre outras coisas, que você não pode deixar que a doença roube seus sonhos…

 Eu sei que um diagnóstico de câncer pode, num primeiro momento, parece ser um tsunami que vem destruir tudo, inclusive os seus planos presentes ou futuros de ter um bebê em seus braços.

No entanto, trago uma excelente notícia, real e verdadeira: Ele não vai te roubar esse também, se você não deixar.   

Muito pelo contrário: Após o tapa na cara que é descobrir que se tem câncer, é possível que você venha a se tornar uma futura mamãe ainda melhor que seria antes do seu diagnóstico.

 Afinal, se não desperdiçar essa oportunidade que o diagnóstico está te dando de aprender, certamente uma nova mulher- muito mais sábia e empoderada- surgirá. E isso se refletirá em todos os âmbitos de sua vida, incluindo a maternidade.

Mantenha isso em mente. E vem comigo, que vou te contar tudo sobre a gravidez durante e após o tratamento de câncer!

Posso ficar grávida durante o tratamento?

Não deve, não. E é isso o que os médicos vão te dizer.

Uma coisa é descobrir um câncer durante a gravidez: Aconteceu, é preciso lidar com isso e pronto.

Outra coisa bem diferente é você deliberadamente decidir engravidar e expor seu bebê e a si mesma aos riscos que isso representa. Não é uma decisão muito sensata, não te parece?

Analisando racionalmente, esse não é o melhor momento para você engravidar, concorda?

Seu corpo e seu emocional estão fragilizados e você precisa focar em você e na sua cura. É melhor esperar e planejar sua gravidez para depois.

Gravidez durante e após o tratamento de câncer: Espere um pouco para engravidar…

A gravidez durante e após o tratamento de câncer

Muitos médicos recomendam que você tome um tempinho de uns dois anos após o tratamento para pensar em gravidez. A medicina acredita que 2 anos é tempo suficiente para ter aquela segurança de que não se teve ( bate na madeira) um retorno do câncer e evitar os riscos para o bebê que envolvem o tratamento.

Agora, cada caso é um caso. Só seu médico para te dar uma posição mais certeira sobre isso.

Câncer durante a gestação: Será que acontece?

Deixa eu te contar o que aprendi com a Canadian Cancer Society :  A ocorrência de câncer durante a gravidez é rara. Não é algo que aconteça com frequência suficiente sequer para que muitas pesquisas sobre o assunto sejam levadas a cabo!

Que bom, né?

Este estudo  aponta que menos de 0,1% das mulheres grávidas fazem frente a um diagnóstico durante a gestação. 

E conta ainda que dentro desse 0,1% existem alguns tipos de câncer que são mais comuns: O câncer de mama é o mais registrado, seguido pelo cervical, linfomas (Hodgkin e não- Hodgkin), ovário, melanomas e leucemia.

É pouco, sim. Muito pouquinho mesmo. Porém, para ainda assim acontece.

Diagnosticando o câncer durante a gravidez

A gravidez durante e após o tratamento de câncer

Caso seu médico suspeite de câncer durante a sua gravidez, ele vai solicitar exames para ver se é isso mesmo.

Daí surge aquela dúvida: Será que esses exames podem prejudicar meu bebê?

Bom, primeiro de tudo: os exames que o médico pedirá dependem do estágio de sua gravidez e do que ele acreditar ser realmente necessário. E é preciso que você confie em que seu médico não tomará uma decisão possa causar danos ao seu filho.

Além disso, outras medidas de precaução serão tomadas para minimizar os já pequenos riscos. Não há porque se preocupar.  

Os exames mais comuns são os físicos mesmo- normais durante a gravidez, que incluem toque e observação, e também os específicos: Raios X, tomografias computadorizadas, ressonâncias magnéticas, biópsias e ultrassons. E sobre eles é bom saber o seguinte:

  • Ultrassonografia, ressonância magnética, exames físicos e biópsias são seguros durante toda a gravidez: eles não usam radiação.
  • O raio X usado para diagnosticar o câncer tem um nível de radiação muito baixo, e, segundo pesquisas, não prejudica o feto. Mas exigem uma proteção apropriada, o famoso escudo de chumbo.
  • A tomografia computadorizada usa um nível de radiação bem maior que o do raio X, podendo sim, em determinadas etapas da gravidez, prejudicar o feto. No entanto, o escudo de chumbo protege a barriga da mãe caso seja necessário fazer uma tomografia.

Gravidez durante e após o tratamento de câncer: E se acontecer comigo?

Antes de mais nada, vamos aos dados: Este estudo  feito na Bélgica por um dos médicos mais especializados no assunto, o Dr. Frederic Amant, acompanhou 129 crianças que foram expostas a ao menos um dos diferentes tratamentos contra o câncer e nenhum efeito negativo sobre seu desenvolvimento foi constatado.

Por outro lado, é preciso que eu seja honesta: tratar o câncer durante a gravidez é um pouco mais complexo, sim. Há duas vidas em jogo, e uma delas mais frágil porque está em formação.  

Os tratamentos disponíveis para a mulher grávida são exatamente os mesmos para as que não estão gestantes: cirurgia, quimioterapia, radioterapia… A diferença está no planejamento de tratamento que a equipe oncológica vai seguir. E vamos lembrar também que cada caso é um caso!

Certos tratamentos podem (e isso é apenas uma possibilidade!) afetar o desenvolvimento do feto. Especialmente quando aplicados no primeiro trimestre de gestação. É quando o bebê está desenvolvendo seu corpinho e seus órgãos e fica mais vulnerável.

Por esse motivo, a equipe médica pode optar por adiar o início do tratamento para o segundo ou terceiro trimestre. Tudo vai depender do caso concreto.

Mesmo em gravidez mais avançada é possível que adiar o tratamento seja uma boa ideia, segundo a análise da equipe e seus próprios desejos. Em outros casos, os médicos consideram necessário começar o tratamento o quanto antes, e, às vezes, até induzir um parto prematuro.

O fato é que há tipos e tipos e câncer, e situações e situações que envolvem a doença e a gravidez.

 Há casos onde se pode esperar o tempo de gestação normal, há outros onde o início do tratamento é urgente, e, em bem menor número, há situações onde a interrupção da gravidez é pode ser mais indicada para a segurança de todo mundo. No entanto, sua própria opinião sobre o tema sempre será levada em consideração por um médico que prime pelos princípios éticos!

Seria irresponsabilidade minha declarar taxativamente como se dá o tratamento, por isso, não o farei, certo? Mas vou te contar como funcionam as possibilidades!

Gravidez durante e após o tratamento de câncer : Cirurgia

A gravidez durante e após o tratamento de câncer

Com a adaptação e surgimento de opções mais seguras de anestésicos e a evolução das cirurgias, este tipo de tratamento está posicionado entre os mais seguros para o feto.

Se esse for o caso, acalme seu coração: as funções vitais (suas e do bebê) serão muito bem monitoradas e, realmente, qualquer risco é muito, muito baixo.

Gravidez durante e após o tratamento de câncer: Quimioterapia

A quimioterapia não costuma ser utilizada durante o primeiro trimestre de gravidez. Isso acontece porque, na realidade, ainda não existem muitos estudos sobre seus efeitos no longo prazo, ou seja, muito médico por aí tem medo de arriscar.

Mesmo assim, há casos onde esse tipo de tratamento para o câncer é indicado. Lembra que eu falei sobre a avaliação da equipe oncológica? Eles podem chegar à conclusão de que é necessário começar a quimio quanto antes.

Depois do primeiro trimestre, a coisa muda de figura. Existem vários medicamentos já foram estudados e que são considerados seguros a partir do segundo trimestre de gravidez pois o bebê já está devidamente protegido pela placenta.

A placenta atuará como uma espécie de filtro, não permitindo que as substâncias da quimioterapia passem para o bebê. É a natureza fazendo seu trabalho, uma beleza de se ver e entender.

Gravidez durante e após o tratamento de câncer : Radioterapia

A radioterapia é um tratamento que envolve um maior risco para o feto, não dá para negar. Ela envolve radiação direta para destruir as células contaminadas pelo câncer, e essa radiação é antiga conhecida por prejudicar o bebê.

Por isso, aliás, ela não é lá muito considerada durante a gravidez, em qualquer estágio.

Durante o primeiro trimestre de gravidez, os riscos são bem mais altos. Eles diminuem a partir do segundo trimestre, mas ainda assim são presentes.

A equipe de tratamento avalia com cuidado essa opção. Ela não é viável em todos os casos, justamente por essa insegurança. No entanto, em situações onde a área a ser tratada está longe da região uterina, é até possível fazer uso dela tomando certas precauções, sim.

Daí, todo cuidado é pouco. A Comissão Internacional de Proteção Radiológica tem regras bem estudadas e que devem obrigatoriamente ser seguidas para garantir a segurança do bebê: o uso do colete de chumbo sobre a barriga é essencial, e existente também limites bem estudados sobre quanta radiação deve ser aplicada.

Maaaas, de novo: existe um risco. E não é pequeno! A radiação está associada à má-formação dos órgãos, incluindo o cérebro, atrasos no desenvolvimento e no crescimento da criança e mais uma série de outros efeitos nada positivos. E isso independe do estágio da gravidez onde seja aplicada.

É possível que o câncer ‘passe’ para a criança?

A gravidez durante e após o tratamento de câncer

Em alguns casos, é possível sim. Não é algo que conte com dados concretos, mas cabe uma possibilidade. Melanoma maligno, certos tipos de câncer de pulmão, linfoma não-Hodgkin e leucemia são os que apresentam esse risco. Os demais tipos de câncer raramente têm efeitos diretos sobre o bebê. Raramente, mesmo.

Mas também tranquilize esse coração de mãe: se houver qualquer possibilidade de que isso aconteça sua equipe de saúde vai tomar os devidos cuidados e diminuir ao máximo esses riscos.

Gravidez durante e após o tratamento de câncer: O prognóstico

Bom, é importante deixar bem claro aqui que hoje em dia a maioria dos tipos de câncer não afetam negativamente a gravidez. E nem a gravidez afeta o resultado do tratamento do câncer!

O prognóstico para grávidas é exatamente o mesmo que o de não-grávidas com o mesmo tipo e estágio de câncer. Não muda nadinha. Assim, não deixe abater: O tratamento do câncer durante a gestação não altera suas expectativas de cura.

Se por um lado os tratamentos podem representar certos riscos para o feto, por outro vale aquilo que eu já repeti algumas vezes: a medicina se preocupa em buscar soluções para isso. E já avançou muito!

Engravidar após o tratamento de câncer

Bom, deixa eu explicar uma coisa: Em qualquer caso, você poderá ser mãe. Ponto. Isso é absolutamente indiscutível.

Com isso bem claro, vamos lá para a explicação detalhada: O que pode mudar é apenas o caminho para realizar esse sonho. E o caminho é só uma parte pequena do grande objetivo, concorda?

Em alguns casos, o tratamento do câncer pode afetar a sua fertilidade, é verdade.

Maaaaas, (olha o ‘mas’ aí de novo!) um número bem alto de mulheres é perfeitamente capaz de engravidar após o tratamento!

De acordo com a American Cancer Society , os medicamentos que tem maior risco de afetar a fertilidade são:

  • Bussulfano
  • Carboplatina
  • Carmustina (BCNU)
  • Clorambucil
  • Cisplatina
  • Ciclofosfamida (Cytoxan  ® )
  • Dacarbazina
  • Doxorrubicina (Adriamycin ® )
  • Ifosfamida
  • Lomustina (CCNU)
  • Mecloretamina
  • Melfalano
  • Procarbazina
  • Temozolomida

E para toda lista de negativos há uma de positivos, certo?

Então, ainda de acordo com essa entidade, os medicamentos de baixo risco incluem os seguintes:

  • 5-fluorouracil (5-FU)
  • Bleomicina
  • Citarabina
  • Dactinomicina
  • Daunorrubicina
  • Fludarabina
  • Gemcitabina
  • Idarrubicina
  • Metotrexato
  • Vinblastina
  • Vincristina

É uma questão de conversar com seu médico sobre seu desejo de ser mãe antes de iniciar o tratamento.

E se for o caso pensar em congelamento de óvulos, criopreservação dos ovários, entre algumas opções já disponíveis… E hoje em dia a medicina apresenta algumas outras opções.

Os outros tipos de tratamento também têm seus riscos para a fertilidade. Eles vão depender muito de onde está localizado o câncer, da sua idade e de outros fatores únicos de seu caso concreto. De novo, o que vale é o papo com seu médico. Não se acanhe e bata o maior papo sobre isso, de maneira honesta e aberta!

Se você já se tratou e está pensando em um filho agora, vou te contar uma coisa legal, mas que não é novidade: a medicina segue a seu favor!

Hoje em dia ter filho de forma tradicional é só uma das opções, existem várias outras! Não se feche para elas!

Se a sua fertilidade se viu afetada pelo tratamento, volte a conversar com seu médico sobre as possibilidades, tá? Elas existem, sim, e não apenas uma ou duas. São várias mesmo.

Tratamento de câncer e amamentação

O tratamento de um Câncer de mama não impediu Djanete Lustosa de amamentar seu bebê

Primeiro de tudo: Câncer não é transmitido pelo leite materno!

Ainda assim, muitas mulheres que estão passando por tratamento de câncer são aconselhadas a não amamentar. Por que? Bom, porque os medicamentos que você toma podem, sim, passar pelo leite e afetar o bebê.

E ainda há a questão de quando o câncer é de mama, né?

Há estudos que falam sobre diminuição da produção de leite, amamentação dolorosa, e a total impossibilidade de amamentar mesmo. Agora, vamos lá de novo: Não encare isso como o fim do mundo.

Você já ouviu falar que o aleitamento materno é importante (e é, mesmo), mas certamente também sabe de muitas crianças que não foram amamentadas e cresceram normalmente e estão saltitantes! Não vale fazer tempestade em copo d’água: Seu filho vai crescer saudável e feliz do mesmo jeito, tomando leite materno ou não!

Gravidez durante e após o tratamento de câncer: História Real de Superação

A gravidez durante e após o tratamento de câncer

E se  você desenvolvesse um Câncer durante a gravidez e recebesse um diagnóstico de câncer duas semanas após dar à luz? 

Foi exatamente isso que aconteceu com a Cleide que é a minha aluna da sexta turma do meu Programa Câncer com Leveza. 

Ela conta um pouquinho da sua História de Superação pra vocês…

Meu nome é  Cleide, tenho 37 anos, casada há  6 anos e muito feliz.

Engravidei em Outubro de 2017 depois de 3 anos tentando,  foi um momento de pura felicidade.

A gravidez transcorreu muito tranquila,  sem qualquer interferência.  Fazia os exames de ultrassom mês a mês e no último mês  fazia toda semana.

Quando estava com 37 semanas descobri uma massa que não era o bebê, fiz um ultrassom e aparentemente parecia um mioma.

Em Julho de 2018 já com 38 semanas  minha bebê nasceu perfeita com muita saúde e após o parto foi retirado o “mioma”.

A cirurgia foi perfeita. Retirei os pontos 15 dias depois e estava muito tranquila,  tinha certeza que era um “mioma”, mas para minha surpresa ouvi: É CÂNCER.

Meu chão abriu, meu corpo esquentou e eu só ouvi meu marido dizer: CALMA, CLEIDE!

A médica continuou dizendo, tentando me acalmar: O Câncer estava no ovário esquerdo e foi retirado tudo no parto com margem cirúrgicas livres.

Mas eu estava diante do meu maior medo, pois tinha muito pavor de ter câncer.

 Foram dias muito difíceis e de muita dor, pois tinha que cuidar do bebê com 15 dias sozinha, fazia tudo chorando…

Era uma saga de exames, laboratórios e consultórios.

Graças a Deus os exames não mostravam mais nada.

Após 24 dias do diagnóstico fiz histerectomia radical, minha bebê estava com 42 dias e mais uma vez graças a Deus não constou nada nos órgãos retirados. Estavam limpos.

Realmente um milagre, estava somente no ovário estágio 1 inicial. Amamentei até 3 meses e iniciei após isso 6 ciclos de quimioterapia para prevenção. 

Caiu um pouco os cabelos,  pois fiz crioterapia para reduzir a queda.

Foram dias de muito, sofrimento. Foi muito sofrimento, mas meu esposo foi imprescindível,  meu apoio, minha força, meu amparo, nunca me deixou sozinha,  sempre me animando.

Hoje, 1 ano após nem acredito que consegui vencer. Eu consegui  vencer!

Dá vontade de até gritar de felicidade!!!

Vejo o cuidado de Deus em tudo. Minha ginecologista  obstetra teve o mesmo tipo de câncer de ovário há 8 anos, ela pode me indicar médicos que me ajudaram. Isso não pode ser coincidências, né?

 Tive amigos, poucos, mas que me ajudaram muito.

Em busca de ajuda e esclarecimentos, encontrei uma página na internet que falava: Câncer com leveza. 

Tudo que eu queria era passar por isso com leveza, sem o estigma pesado que o câncer carrega. Foi assim que encontrei  a Patricia Figueiredo ( EU !!!!) , uma fada, confesso que resisti, pois o estigma que a palavra câncer carrega muitas vezes nos faz afastar de tudo, mas depois busquei mais informações no blog e comecei a mudar minha alimentação e fiz o Programa Câncer com leveza.

Foi muito transformador. Mudou minha essência de como via as pessoas que passavam e passam por essa doença. 

A Paty foi como uma luz em meio a nuvens negras que estava vivendo. Ela me entendia, falava com muito amor e além de tudo super animada. 


Hoje estou muito bem, curada, com novos hábitos e curtindo  minha adorável Manu…

Ufa!!!! venci graças a Deus. Certamente você também vencerá!


Ai, ai , morro de orgulho dessas minhas alunas!

Então, se você está vivendo algo parecido com o desafio que a Cleide enfrentou, tenha em mente  que a cada dia a medicina avança, tratando de trazer melhores e mais seguras condições para o tratamento de mulheres grávidas e também para minimizar os riscos que o tratamento apresenta sobre sua fertilidade. Seu sonho se realizará se você quiser, sim!

Converse bastante com seu médico, questione, tire dúvidas, não deixe nada passar.

E lembre-se do mais importante: Jamais permita que o câncer roube seus sonhos.

Está grávida ou planejando sua gravidez? Que tal compartilhar sua história com outras mulheres incríveis? Deixe seu comentário!

 

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